terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Final da história - 7ºB Pardilhó

- Esta caixa é muito pequena… Como pode caber um carneiro lá dentro?
Por favor faz outra!
“Com tanto que fazer, vem agora um “pequenote” mandar em mim?”, pensei eu. No entanto resolvi aceder mais uma vez ao seu pedido e desenhei uma caixa maior. Ele olhou atentamente para a caixa e exclamou:
- Está tão tristinho … falta-lhe alegria. Dá-lhe um pouco de cor! Não quero um carneiro normal, mas sim um radical! Um carneiro cinzento é muito banal …
Eu perguntei: Como posso dar-lhe cor?
- Já reparaste onde estás?
Eu respondi: parece que vi um half-pipe, por isso presumo que estou num skatepark.
- E não reparaste nos graffitis que estão espalhados por todo o lado? Porque não utilizar as latas de spray que aqui estão no chão, para colorir o meu carneiro?
Como continuava sem saber como desenhar o carneiro, colori a caixa.
O menino olhou e disse:
- Mesmo como eu queria… vou chamar-lhe arco-íris. Tem o pelo branquinho que me faz lembrar o Inverno, manchas castanhas e amarelas que lembram o Outono, os olhos azuis que me fazem lembrar o mar e o Verão e finalmente as patinhas rosas e lilases que me fazem lembrar a Primavera. Mas falta uma cor …
Já cansado, perguntei: O que falta agora?
- O verde da erva, como queres que ele sobreviva sem comer?
Eu respondi: Repara bem … no cantinho aí está a erva. Não falta nada!
- É verdade não tinha reparado.
Finalmente vi um belo sorriso naquele menino.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Para terminar....

"Olhei para aquela criança e pensei com os meus botões que ele não tinha ar de alguém que vivia num lugar tão deserto, não parecia ter fome ou sede e nem uma pontinha de medo. Quando consegui falar, perguntei-lhe:
"- Que fazes aqui?"
Ele repetiu em tom sério e calmo:
"- Por Favor, desenha-me um carneiro."
Quando vivemos uma situação estranha, que nunca imaginamos viver não temos reacção. Ali naquele lugar deserto, cheio de rampas e até assustador pelo seu silêncio, tirei do bloso uma folha de papel e um lápis. Nesse instante lembrei-me de que não sabia desenhar e disse:
"- Eu não sei desenhar".
Ele respondeu:
"- Não faz mal, desenha-me um carneiro."
Eu zangado respondi:
"- Mas eu já te disse que não sei desenhar!".
-" Não faz mal, desenha-me um carneiro"- repetiu ele.
Ainda mais furioso perguntei-lhe: "- Mas eu por acaso falo chinês?".
- "Desenha-me um carneiro:"
Ele parecia não ouvir nada do que eu lhe dizia apenas pedia repetidamente que lhe desenha-se um carneiro.Eu cansado de lhe tentar explicar decidi fazer o desenho. Desenhei um dos únicos desenhos que sabia, o da giboia fechada. Ele olhou atentamente e disse:
"- Não, eu não quero um elefante dentro de uma jibóia. A jiboia é perigosa e o elefante muito grande. Onde eu moro é tudo muito pequeno! Eu quero um carneiro".
Fiquei admirado ele era a primeira pessoa a entender o meu desenho. peguei no lápis e desenhei. Ele observou e disse:
"- Não, esse está doente, desenha outro."Voltei a desenhar, o pequeno principe olhou, sorriu e disse:
"- Isto não é um carneiro, é um cabrito não vês como salta!"
A minha paciência estava a chegar ao fim, desisti. Decidi desenhar uma caixa e dizer-lher que o carneiro estava lá dentro, ele olhou e respondeu...."

Deixamos agora o final do conto nas mãos dos outros colegas, tal como estava combinado. Esperamos que gostem do reconto!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Mais um pouco do Reconto

"Na primeira noite, adormeci no chão deitado sobre a terra.
Imaginem então a minha surpresa quando, ao despertar do dia, um ruído estranho me acordou. Parece-me um barulho familiar, talvez fosse algo com rodas ou fruto da minha imaginação.
Levantei-me e segui o ruído que me levou até a um lugar onde o ferro reflectia a luz do sol e ouvi:
-Desenha-me um carneiro.
-O quê?
-Desenha-me um caneiro...
Esfreguei os olhos. Olhei bem. E vi um pedaço de gente, com um boné preto, de pala ao lado, trazia uns bermudas e uma camisola com a imagem do sol, na mão tinha um skate."

Aqui está mais um pouco do nosso trabalho!
Beijos e abraços !

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Estão Curiosos?

Olá a todos,
pelo que lemos sentimos que estão curiosos em relação ao que nós temos andado a escrever.....sendo assim, deixamos um pouco do nosso reconto...

" Eu vivia sozinho, sem amigos com que pudesse conversar, até o dia em que tive uma avaria no motor do meu avião e aterrei num local estranho. Era um sítio repleto de rampas, como as que existem nos parques dos desportos radicais. O estranho é que aquele local parecia desabitado.
Olhei em volta, não vi ninguém. Decidi, então, começar a arranjar o meu avião sozinho. Tinha que o consertar rapidamente pois só tinha comida para 8 dias.
Na primeira noite....."

O que terá acontecido na primeira noite?

bem, por hoje chega :)

até amanhã

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Grupo da Banda Sonora

Olá colegas!

Nós somos alunos do 5º Ano da Escola de Argoncilhe.
Estamos em pulgas para saber a nova versão do pricipezinho, para escolher o género de músicas que teremos de recolher ou até compôr (com ajuda do nosso stor).
Digam algo.

A turma do 5º B.

Participação da Escola de Pardilhó

Olá a todos!

Somos a turma B do 7.º ano de escolaridade da Escola EBI/JI de Pardilhó.
Vamos ser nós a dar continuidade ao reconto.
Esperamos estar à altura deste projecto tão interessante.
Aguardamos ansiosamente pelo trabalho da escola EB1 do Calvário.
Até breve!

Olá a todos!

Olá a todos!

Nós somos alunos do 4 ano do Calvário. Neste blog
vamos registar a evolução do nosso trabalho na história
do "Principezinho".

Começamos a ler a história ontem e decidimos que capitulos vamos recontar.Escolhemos mais do que um capitulo porque estes são pequenos.

Mais tarde, colegas de uma outra escola, vão terminar o nosso reconto. Até lá vamos trabalhar com entusiasmo!

Até breve :)